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sábado, 26 de dezembro de 2015

Atlântida - As Seis Principais Teorias sobre a Cidade Perdida


Conheça as 6 principais teorias sobre Atlântida, a cidade perdida
Tudo o que sabemos sobre a lendáriacivilização de Atlântida vem de algumas páginas de Timeu e Crítias, dois dos famosos “diálogos” escritos pelo filósofo grego Platão, no século IV a.C. Segundo Platão, Atlântida existiu 9 mil anos de seu próprio tempo. Um grande poder naval no antigo mundo, o reino da ilha utópica desapareceu misteriosamente no mar em um único dia. Através dos séculos, inúmeros escritores, historiadores, cientistas e exploradores têm debatido sobre o fato de Atlântida ter realmente existido, e – se de fato existiu – onde teria sido.

1) Atlântida foi um continente no meio do Atlântico que afundou no oceano de forma repentina

A teoria que Atlântida era um verdadeiro local histórico e não apenas uma lenda inventada por Platão só veio à tona no final do século XIX. Em seu livro de 1882, “Atlântida, o Mundo Antideluviano”, o escritor Ignatius Donnelly afirmou que as conquistas do mundo antigo (como a metalurgia, a linguagem e a agricultura) provavelmente foram passadas por civilizações passadas e avançadas, já que os antigos não eram sofisticados o suficiente para desenvolver essas técnicas por conta própria. Supondo que o Oceano Atlântico estava a apenas algumas dezenas de metros de profundidade, Donnelly descreveu um continente inundado por águas moventes do oceano que afundou exatamente no local dito por Platão: no Oceano Atlântico, fora das Colunas de Hércules, as duas rochas que marcam a entrada do Estreito de Gibraltar. Muito tempo depois da oceanografia moderna e um grande entendimento das placas tectônicas terem colocado buracos em sua tese, algumas pessoas ainda acreditam na teoria de Donnelly, principalmente devido à sua adesão à ideia de Platão que Atlântida está no meio do Atlântico.

2) Atlântida foi engolida pelo Triângulo das Bermudas

Inspirados por Donnelly, muitos escritores sucessivos expandiram suas teorias e adicionaram suas próprias especulações sobre onde Atlântida poderia estar. Um desses escritores era Charles Berlitz, neto do fundador da famosa escola de idiomas, e autor de vários livros sobre fenômenos paranormais. Nos anos 70, Berlitz afirmou que Atlântida era um verdadeiro continente localizado perto das Bahamas e que teria sido vítima do famoso “Triângulo das Bermudas”, uma área do Atlântico onde vários navios desapareceram misteriosamente. Defensores dessa teoria apontam para a descoberta do que parecem ser muralhas feitas por homens e ruas encontradas perto de Bimini, embora cientistas tenham analisado essas estruturas e concluído que elas eram formações rochosas naturais.

3) Atlântida era a Antártida

Outra teoria – a que Atlântida era na verdade uma versão muito mais temperada do que agora é a Antártida – é baseada no trabalho de Charles Hapgood, cujo livro de 1958 “The Earth’s Shifting Crust” (“A Crosta Movediça da Terra”, na tradução) continha um prefácio escrito por Albert Einstein. Segundo Hapgood, há 12 mil anos, a crosta da Terra se moveu, deslocando o continente que se tornou a Antártida muito mais para o norte do que é hoje. Esse continente mais temperado era o lar de uma civilização avançada, mas a mudança repentina para sua atual localização gélida condenou seus habitantes – os atlantes – e sua cidade magnífica foi enterrada debaixo de camadas de gelo. A teoria de Hapgood veio à tona antes de o mundo científico ter total entendimento das placas tectônicas, o que tirou grande parte da importância de sua teoria da “crosta movediça”.

4) A história de Atlântida foi uma releitura mítica do Dilúvio do Mar NegroEssa teoria pressupõe que Atlântida era fictícia, mas a versão de seu desaparecimento foi inspirada por um evento histórico verídico: o rompimento do Bósforo pelo Mar Mediterrâneo e a consequente inundação do Mar Negro, por volta de 5600 a.C. Na época, o Mar Negro era um lago de água doce com a metade de seu tamanho atual. O dilúvio inundou civilizações conhecidas por se desenvolverem ao longo de seu litoral em um curto período de tempo (talvez menos de um ano). Conforme habitantes da região se dispersaram, eles espalharam contos sobre o dilúvio e podem ter contribuído – milhares de anos depois – para o relato de Platão sobre Atlântida.


5) Atlântida é a história da Civilização Minoica, que surgiu nas ilhas gregas por volta de 2500-1600 a.C.

Uma das teorias mais recentes sobre Atlântida diz respeito à civilização que surgiu nas ilhasgregas de Creta e Tira (atual Santorini) há mais de 4 mil anos: os minoicos, nomeados por causa do lendário Rei Minos. Considerada a primeira grande civilização da Europa, os minoicos construíram palácios esplêndidos, estradas pavimentadas e foram os primeiros europeus a utilizar a linguagem escrita (Linear A). Todavia, no auge do seu poder, os minoicos desapareceram repentinamente da história – um grande mistério que tem alimentado a crença de uma ligação entre essa grande e condenada civilização à Atlântida de Platão. Historiadores acreditam que, por volta de 1600 a.C., um enorme terremoto sacudiu a ilha vulcânica de Tira, provocando uma erupção que expeliu 10 milhões de toneladas de pedras, cinzas e gás na atmosfera. Tsunamis que se seguiram à erupção foram grandes o suficiente para acabar com cidades minoicas em toda a região, uma devastação que pode ter deixado os minoicos vulneráveis a invasores do território grego.

6) Atlântida não existiu – Platão a inventou

A maioria dos historiadores e cientistas ao longo da história chegou à conclusão que o relato de Platão sobre o reino perdido de Atlântida foi fictício. Segundo esse argumento, o filósofo grego inventou Atlântida como sua visão de uma civilização ideal, e queria que a história de seu desaparecimento fosse um conto de advertência dos deuses punindo a arrogância humana. Não existem registros de Atlântida fora dos diálogos de Platão, incluindo os vários outros textos que sobreviveram da Grécia Antiga. Além disso, e apesar de avanços modernos na oceanografia e do mapeamento do fundo do oceano, nenhum traço da civilização submersa jamais foi encontrado.
Fonte: History Channel
23 de Dezembro de 2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

UFOLOGIA Operação Prato na Amazônia.

Vitório Peret faz revelações sobre a Operação Prato

Informações técnicas exclusivas sobre a colocação de chips (implantes) nas vítimas atingidas pelos feixes luminosos.
EXTRATERRESTRES NO BRASIL!
Acompanhe neste vídeo do evento ocorrido em 18/05/2014 todos os detalhes sobre a Operação Prato.


O Brasil tem seus casos de investigação de Ovnis que ainda suscitam polêmicas. O mais famoso deles foi a Operação Prato, ocorrida na década de 1970, no Pará, sob o comando de Uyrangê Holanda de Lima, coronel das Forças Armadas. Durante 40 dias, o Exército brasileiro ficou acampado investigando os misteriosos fenômenos de avistamentos de naves que disparavam uma estranha luz que penetrava no corpo das pessoas como se fossem agulhas, fazendo dois pequenos orifícios. Elas ficavam debilitadas, sem força, deprimidas e anêmicas.


Mulher misteriosa desaparece no Pará
operação foi interrompida, mas os avistamentos não cessaram. Pouco tempo depois, o experienciador Vitorio Peret, do Rio de Janeiro, passou a investigar o fenômeno durante oito anos. “Quando os militares ainda estavam na região, uma estranha mulher, física e intelectualmente, Elizabeth Quimine Berger, nascida na Suíça, com passaporte inglês e residente em Paris, foi visitar a região e se encantou. Ficou muito amiga de um barqueiro chamado João Olaya e, através dele, comprou a ilha do Meio”, relembra Peret. 
Segundo ele, ela andava nua pela praia e comprava diariamente entre 200 kg e 400 kg de peixe. Ela não os vendia, morava sozinha e as pessoas começaram a ficar intrigadas com isso. Fizeram denúncias infundadas. Certa vez ela foi presa por suspeita de contrabando de armas e logo liberada. Nada foi provado. 
“Foi quando o comandante Uyrangê Holanda de Lima ficou sabendo da estranha moradora e suspeitou que ela estava alimentando guerrilheiros, pois disseram que ela recebia regularmente cerca de dez homens. Somente quando ela estava na ilha, luzes e objetos estranhos e cilíndricos, parecendo sondas, apareciam e faziam evoluções à noite. O coronel fez uma busca em sua casa e ficou surpreso. Além de não encontrar nada, a casa não tinha janelas, nem portas, nem pratos, móveis. Apenas uma cama e duas cadeiras.
Pouco tempo depois, ela foi presa pela terceira vez. Quatro policiais a escoltaram. Chegando na cidade, ela pediu para ir ao banheiro que tinha apenas uma porta. Eles ficaram do lado de fora, guardando o local, mas, inexplicavelmente, ela havia fugido”, diz Peret.
Em 1985 ou 1986, quando houve um terremoto em Los Angeles, “Elizabeth foi vista vestida de enfermeira, ajudando os feridos. A Interpol foi atrás, mas não conseguiu localizá-la. Tempos depois ela foi vista na Coreia do Sul. Não havia motivos para a polícia persegui-la e até hoje sua existência é uma incógnita”, finaliza o pesquisador.

Vitório Peret é considerado um dos homens mais bem informados no país sobre a investigação militar secreta que no final da década de 70 foi responsável por apurar as atividades do fenômeno chupa-chupa na região Norte na ilha de Colares. 


Segundo Victório Peret, o chupa-chupa não foi criado por um único grupo de extraterrestrres.


Fonte: http://www.otempo.com.br/mulher-misteriosa-desaparece-no-pará-1.846993 


Pesquisador faz mais revelações sobre a tão conhecida nacional e internacionalmente, Operação Prato. Trata-se de relatos do pesquisador Vitorio Peret. Assista no vídeo abaixo os breves comentários de Vitório Peret, sobre algumas curiosidades da Operação Prato, quando em setembro de 1979 convidado pelo Gen. Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, foi apresentado ao Major Uyrangê Hollanda e ao Sgt. Met. Flávio Costa, os dois expoentes da missão militar…
Na ocasião, durante uma reunião, foi possível ver inúmeras fotografias obtidas pelos militares e assistir a dois filmes que capturaram os estranhos movimentos de objetos espetacularmente luminosos, submersíveis e voadores, na região da Baia do Sol na ilha de Mosqueiro, Ponta do Machadinho em Colares e município de Vigia de Nazaré-PA, durante os últimos meses do ano de 1977. 

Fonte: http://www.etseetc.com 

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