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sábado, 27 de dezembro de 2014

O Gnosticismo Alquímico de Nikola Tesla

Em O Grande Truque (The Prestige, 2006), Christopher Nolan rende homenagem ao misterioso e controvertido cientista Nikola Tesla com uma performance memorável do gnóstico pop David Bowie. Tesla talvez tenha sido o último dos cientistas alquímicos, cuja tecno-utopia era redimir a matéria ao criar uma tecnologia fundamentada em princípios holísticos e alquímicos que conduziria a uma forma de energia livre e gratuita para a humanidade. Pagou o preço disso ao ter seu nome banido da história da Física e morrido no esquecimento.

Em postagem anterior sobre o filme “A Origem”, falávamos da surpresa de o diretor Chistopher Nolan , após filmes críticos e com sabor gnóstico como “Amnésia” e “O Grande Truque”, cair sob o fascínio das neurociências. Discutíamos que o protagonista Cobb não está interessado em iluminação ou qualquer tipo de reforma íntima.

Ele apenas procura deletar sua culpa, materializada nas insistentes projeções do seu subconsciente que atrapalham a sua missão corporativa e pessoal (voltar para seus filhos). Daí a surpreendente postura acrítica de Nolan diante das tecnociências contemporâneas.
Essa discussão fez-me lembrar de outro filme dirigido por Christopher Nolan, “O Grande Truque” (The Prestige, 2006) e, principalmente, do personagem histórico e misterioso cientista e físico Nikola Tesla, performado pelo gnóstico pop David Bowie nesse filme.
A figura controvertida e polêmica de Tesla é lembrada por um grande arco de discussões que vai desde as Teorias Conspiratórias (as aplicações militares das suas invenções e experiências pelo governo dos EUA e sua misteriosa morte quando seu arquivo com suas anotações e projetos estranhamente desapareceram) até as discussões sobre as possíveis relações entre tecnologia e motivações místicas (no auge da sua carreira, Tesla começou a lidar com noções teosóficas da ciência védica).
Mas, acompanhar sua trajetória (muitos afirmam que suas descobertas teriam sido mais importantes que as de Einstein) é perceber o desparecimento de um tipo de concepção da ciência e tecnologia de cunho alquímico, que progressivamente, no século XX, deu lugar à tecnognose cabalística, identificada com códigos de controle e exclusão.

Uma Física Alquímica
“Através do século XIX, símbolos e práticas em torno da eletricidade mantiveram acesa a chama da velha Alquimia. O vitalismo elétrico e os transes magnéticos mantiveram vivo o espírito do animismo em plena era do mecanismo. Comunicação elétrica, a fotográfica captura das ondas de luz, e a descoberta do espectro eletromagnético ajudaram a dissolver o mundo do materialismo atomista no interior de um universo de vibrações incorpóreas. Mas a eletricidade e o espectro eletromagnético também materializaram a mais prometéica e tecno-utópica dimensão da mentalidade alquímica.”(DAVIS, Erik. Techgnosis. London: Serpents Tail, 2004, p. 84.
Em pleno século do paradigma do mecanismo, a descoberta dos fenômenos da eletricidade e do eletromagnetismo acenderam a imaginação científica prometéica e alquímica. Esses fenômenos de natureza etéria e imprevisível ameaçaram quebrar o paradigma cabalístico da ciência mecanicista, marcada pelas ideias de confinamento, especialização, abstração, controle e segregação. Em outras palavras, uma certa visão de que a matéria seria algo disforme, necessitando de uma codificação abstrata fornecida pela ciência (números, cálculos etc.) para criar ordem, hierarquia, direcionamento, tudo sob o controle de uma elite esclarecida.
O sérvio Nikola Tesla (nascido em 1856 na Croácia) talvez tenha sido o mais prometéico dos cientistas que lidaram com esses fenômenos que fascinaram a imaginação popular na virada de século. Tesla chegou à América em 1884, sem um tostão no bolso e com uma ideia na cabeça: duas bobinas, posicionadas em ângulo reto e alimentadas com uma corrente alternada com noventa graus de fase entre sí fazendo um campo magnético girar, sem a necessidade do comutador utilizado em motores de corrente contínua. Era a descoberta da Corrente Alternada (AC), superior tecnologicamente a Corrente Contínua de Thomas Edison. A vantagem era a possibilidade de transportar a eletricidade a longas distâncias.
Na verdade, essa “ideia” de Tesla surgiu como uma imagem completa na sua cabeça na juventude. Tesla era avesso a papéis e arquivos, evitava-os o máximo possível. Seu raciocínio científico era analógico e intuitivo. Era contrário aos métodos dedutivos ou indutivos: “No momento em que uma pessoa constrói um aparelho para levar a cabo uma idéia crua, ela se encontra inevitavelmente envolvida com os detalhes deste aparelho”, Tesla escreveu em sua autobiografia. “Conforme ele procede em tentar melhorar e reconstruir o aparelho, sua força de concentração diminui e ele perde de vista o Grande Propósito”.
Esse ponto de partida alquímico estruturou toda sua visão sobre o propósito da ciência e tecnologia. Da ideia da AC, Tesla partiu para intensas pesquisas no laboratório de Colorado Springs, financiado por George Westinghouse. Mas Tesla queria ir além dos interesses econômicos monopolistas dos seus financiadores. Ele vislumbrava não mais a eletricidade confinada em fios e ordenada por sistemas de distribuição, mas livre para todos, a eletricidade sem fios, transmitida por ressonância através da atmosfera e do próprio planeta! Energia de graça para todos!

Ressonância e mutação. Dois princípios analógicos, alquímicos. Uma pequena quantidade de energia seria capaz de exponencialmente expandir em escala e frequência, ampliando a potência até cobrir toda a atmosfera e atravessar todo o planeta. Tesla tinha em seu poder a pedra filosofal: uma energia poderosa a partir de princípios holísticos simples, assim como era simples a “bobina Tesla”, simples o bastante para qualquer interessado construir, e totalmente funcional em modelos caseiros. Uma inovação impressionante, que foi a base para o rádio, televisão, e meios modernos de comunicação sem fio.

A Maior Descarga Elétrica da História

O relato da experiência em ressonância com eletricidade posta em prática em uma noite em Colorado Springs, em 1899, é impressionante:


“Certa noite em 1899, Tesla acionou sua máquina em força total, na esperança de produzir um fenômeno que ele chamou de “crescente ressonante”. Sua torre descarregou na Terra dez milhões de volts. A corrente atravessou o planeta na velocidade da luz, forte o bastante para não morrer antes do final. Quando ela chegou ao lado oposto do planeta, ela foi rebatida de volta, como círculos de água voltando à sua origem. Ao voltarem, a corrente estava em muito enfraquecida, mas Tesla estava emitindo uma série de pulsos que se reforçavam um ao outro, resultando em um tremendo efeito cumulativo.
No ponto focal, aonde Tesla e seus assistentes assistiam, a crescente ressonante manifestou-se como uma demonstração alienígena de raios que ainda estão até hoje catalogados como a maior descarga elétrica da história. A corrente de retorno formou um arco voltaico que elevou-se até o céu por dezenove metros. Trovões apocalípticos foram ouvidos a trinta e três quilômetros de distância. Tesla, anteriormente, estava preocupado com a possibilidade de haver um limite para a geração de descargas ressonantes, mas, naquele evento, ele passou a crer que o potencial era ilimitado. A demonstração teve um fim inesperado, quando as descargas fizeram com que o gerador de força de Colorado Springs se incendiasse. Tesla não mais recebeu energia grátis dos donos da companhia desde então.” TRULL, D. Tesla: The Eletric Magician. Disponível em http://www.parascope.com/en/1096/tesindex.htm).
Após descobrirem o seu tecno-utópico propósito, seus financiadores como JP Morgan e Westinghouse o abandonaram. Tesla ainda tentou ludibriar Morgan ao dizer que a torre que construía era para construir um equipamento de transmissão de rádio intercontinental que lhe garantiria o monopólio das comunicações mundiais. Mas o propósito era outro: a transmissão de energia grátis para o planeta.
Aos poucos Tesla aproximou-se da Teosofia através dos ensinamentos de Swami Vivenkanada, na época (1891) em visita aos EUA. Tesla passou a descrever os fenômenos que manipulava em termos sânscritos como Akasha, Prana e o conceito de “Éter Luminífero” para descrever a fonte, existência e construção da matéria.
Mas se Tesla com seus princípios alquímicos pretendia a mutação da matéria em termos de ondas, ressonância, éter etc., enquanto isso o mainstream científico apenas queria a transcodificação da matéria, isto é, confiná-la, represá-la para direcioná-la por meio de uma linguagem codificada e hermética (isto é, acessível somente a uma elite esclarecida) para fins de dominação econômica e política. O digital, a linguagem, a tecnologia sobrepondo o analógico, o sensual, a ciência.
Por isso Tesla, como um dos últimos cientistas alquímicos, pagou seu preço: morreu em 1943, solitário em um quarto de um hotel onde morava em Nova York. Financeiramente quebrado e na companhia de um bando de pássaros, que considerava seus únicos amigos. E seu nome jogado na obscuridade e banido da história da Física, apesar da sua mais de 700 patentes registradas em equipamentos diversos que foram surgindo como decorrência das pesquisas sobre o maior propósito: a energia livre para todos.
 
Fonte: Revista Fórum 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A comprovação científica das 10 Pragas Bíblicas


Mesmo que você não seja religioso, provavelmente já ouviu falar sobre as “Dez Pragas do Egito”, não é mesmo? Essas maldições — descritas no livro de Êxodo e consistindo em águas de sangue, rãs, piolhos, moscas, morte de animais, sarna, granizo, gafanhotos, trevas e morte dos primogênitos — foram lançadas há aproximadamente 3 mil anos sobre os egípcios, depois de o faraó se negar a libertar o povo hebreu da escravidão.
No entanto, será que essas pragas realmente aconteceram? E, se aconteceram mesmo, o que a ciência tem a dizer sobre elas? Existem evidências sobre desastres naturais que ocorreram no Egito e que podem ter servido de base para o surgimento da fábula bíblica, e arqueólogos acreditam que as pragas ocorreram na antiga cidade de Pi-Ramsés, localizada no Delta do Nilo e que serviu de capital do Egito durante o reinado de Ramsés II.
Além disso, mais do que terem sido lançadas pela ira divina, especialistas de diversas áreas acreditam que as pragas podem ser explicadas através de uma cadeia de fenômenos naturais que provocaram uma série de mudanças climatológicas e desastres naturais. Conforme explicaram os cientistas, Pi-Ramsés parece ter sido abandonada há 3 mil anos, e as dez pragas bíblicas poderiam servir de explicação. 
Águas de sangue
Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
De acordo com os especialistas, depois de analisar estalagmites localizadas em algumas cavernas egípcias, foi possível reconstruir os padrões climatológicos da época através de vestígios de elementos radioativos presentes nas rochas. Esse estudo revelou que ocorreu uma dramática alteração climática nessa região ao final do reinado de Ramsés II, passando de úmido e quente para um período de seca com consequências muito sérias.
O aumento das temperaturas e a falta de chuvas podem ter alterado as características do Nilo, transformando-o em um rio de fluxo mais lento e barrento. Esse ambiente se torna muito propício para a proliferação de alguns microrganismos, e a presença de uma alga — a Oscillatoria rubescens —, que se multiplica rapidamente em águas mais cálidas e pouco movimentadas e que torna as águas vermelhas ao morrer, se encaixa na descrição.


                                                             Sapos, insetos e doenças
Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
A presença da O. rubescens teria, por sua vez, dado origem à segunda, terceira e quarta pragas, ou seja, à chegada de sapos, piolhos e moscas. A rápida proliferação da alga teria provocado alterações no ciclo de desenvolvimento de girinos, e o fato de que seja tóxica teria forçado essas criaturas a deixar as águas. E, com a morte dos sapos, insetos como moscas e piolhos começariam a se proliferar sem controle, devido à falta de predadores naturais.
A falta de sapos para manter a comunidade de insetos sob controle pode ter levado ao surgimento das próximas pragas: morte de animais e sarna. Como você sabe, alguns desses bichinhos podem transmitir doenças aos humanos, portanto, o próximo passo na cadeia de eventos que assolaram o Egito foi o aparecimento de epidemias que fizeram com que a população adoecesse.

                                                         Granizo, gafanhotos e trevas














                                          Fonte da imagem: Reprodução/Israel Tour Guide

Próximo à época das pragas, a erupção do vulcão Thera —uma das maiores da História — resultou na emissão de bilhões de toneladas de cinzas na atmosfera. Essas partículas teriam sido as responsáveis pelas terríveis tempestades de granizo que caíram sobre o Egito, e por anomalias climáticas que teriam resultado em precipitações mais constantes, criando um ambiente propício para a chegada de gafanhotos.
Além disso, a presença de cinzas na atmosfera também pode ter bloqueado a luz do sol, explicando a nona praga, ou seja, os três dias de trevas. Embora não existam vulcões no Egito, pesquisadores encontraram rochas de origem vulcânica durante escavações no país, e análises realizadas nas amostras apontaram que a lava era proveniente do Thera, que ficava localizado a quase 700 quilômetros de distância, no arquipélago de Santorini.
                                Morte dos primogênitos: Mega curiosoFonte da imagem: 
                                                                                    Reprodução/Wikipédia
A última praga a cair sobre os egípcios — a morte dos primogênitos — já foi explicada como sendo o resultado de uma intoxicação por um fungo que teria infectado as reservas de grãos. Na época, os filhos mais velhos tinham prioridade sobre os demais na hora de comer, e teriam morrido depois de ter consumido alimentos produzidos com cereais contaminados.
No entanto, outra explicação que circula por aí — já que a bíblia diz que os primogênitos morreram todos em apenas uma noite — também se baseia na erupção do Thera. Esse evento teria provocado abalos sísmicos que resultaram na liberação de gases tóxicos, formando uma espécie de lençol venenoso que causou a morte das pessoas que estivessem dormindo nos andares mais próximos ao nível do solo, ou seja, os primogênitos.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Data Limite Segundo Chico Xavier

Data Limite Segundo Chico Xavier - 20/07/2019 
Chico previu a descoberta de imensas reservas petrolíferas na nossa costa o que irá tornar a Petrobrás uma das maiores empresas do mundo, preparação para que o Brasil se torne o celeiro energético, espiritual e alimentício para o planeta.
Assista neste documentário entrevistas com ufólogos, políticos e espiritualistas conhecidos mundialmente como o nosso querido médium e editor espiritualista Chico Xavier, Paulo Uchôa (filho do ufólogo General Uchôa), o médium Divaldo Pereira Franco, o ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyere e o editor da revista UFO Gevaerd, dentre outros, todos unidos num só propósito, a evolução da humanidade e o contato/intercâmbio com civilizações mais avançadas eticamente e tecnologicamente.
 Percebemos que existe traços de esperança de um futuro melhor para a nossa humanidade.
Fonte: Youtube

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A mensagem das Chaves de Enoch

Excelente documentário projetado pela Academia para a Ciência Futura que nos trás uma visão sobre a interpretação bíblica de maneira não mais como uma mera visão religiosa, mas, acima de tudo, como sendo um livro do conhecimento contendo a história da humanidade: transição de era; a queda consciencial da humanidade; a vinda do mestre Jesus Cristo para recriar ao projeto Terra; o depoimento de do chaman Credo Mutwa. 
O que estaria para acontecer nesta geração quando estariamos experimentando a graduação da humanidade junto a hierarquia cósmica? Quem são os extraterrestres, os ultradimensionais e os anjos caídos? O que são as 64 ciências sagradas que foram ofertadas para a humanidade, trazidas pelo cientísta contatado J.J. Hurtak? 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

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